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Princípio de tudo, mulher sublime, presente de Deus e exemplo de amor!
Feliz Dia das Mães!

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PROS ARES
Coordenador da bancada cearense, Deputado Federal Domingos Neto pediu audiência ao ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, que cortou mais de R$ 100 milhões das universidades. Hora de tratar sobre o baque no Ceará.
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Termina nesta segunda-feira (6) o prazo para os eleitores faltosos nas últimas três votações evitarem o cancelamento do título.
Para isso, é preciso pagar as multas referentes às ausências, bem como comparecer a um cartório eleitoral para apresentar, além do título, um documento com foto e um comprovante de residência. O processo pode ser iniciado pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Para somar as três faltas, são contados também os turnos de votação. São consideradas ainda as eleições suplementares, convocadas quando o pleito oficial é anulado devido a irregularidades. Caso esteja em dúvida sobre sua situação, o eleitor também pode consultar o site do TSE.
Segundo informações do TSE, mais de 2,6 milhões de pessoas podem ter o título cancelado caso não resolvam a pendência. Desse total, apenas 93.702 regularizaram a situação desde o início do prazo, no início de março.
O cancelamento do título pode acarretar uma série de problemas. A pessoa fica, por exemplo, impedida de obter passaporte e carteira de identidade, de receber salário de função ou emprego público e de participar de concorrência pública ou administrativa estatal.
O faltoso fica ainda impossibilitado de obter empréstimos em instituições públicas, de se matricular em instituições de ensino e de ser nomeado em concurso público.
Não terão os títulos cancelados aqueles que não são obrigados a votar, sendo seu comparecimento às urnas facultativo, como as pessoas entre 16 e 18 anos e acima de 70 anos. Também não estão sujeitos à medida os portadores de deficiência a quem seja impossível ou extremamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.
Os números dos títulos cancelados começarão a ser divulgados em 24 de maio.
(Agência Brasil)
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Começou a vacinação contra a febre aftosa no Ceará.
A meta, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adagri), é vacinar 90% de dois milhões do rebanho. A campanha vai se estender até 1º de junho.
O Estado possui a certificação dada pelo Ministério da Agricultura de “livre de aftosa com vacinação” desde 2014. O objetivo é obter a cerificação livre de vacinação, através do fortalecimento da Adagri, com monitoramento das propriedades rurais.
O produtor está sendo convocado a comparecer aos escritórios da Agência para atualizar o rebanho.
(Foto – Ilustrativa\blog do Eliomar)
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