Depois de muitos anos militando na vida pública em Icó (CE), com
passagens pelo parlamento e poder executivo, resolvi dá um tempo.
Iniciei pedindo desfiliação partidária do grêmio de que era listado,
pois não é nada fácil percorrer estes caminhos partidários nesta Ribeira dos
Icós, ABENÇOADA POR DEUS E BONITA POR NATUREZA.
Os espinhos, às vezes, são constantes; as águas, turvas demais que passa
até a sede momentânea. Os vícios estão adredemente envoltos a alma de muitos,
que não tem como se separar.
Tudo isto, é verdade!
Ser prefeito em Icó (CE), hoje, é mais que um sacerdócio, é um risco a sua
integridade física; moral; financeira, pessoal e familiar, que pode causar
danos indeléveis para toda uma vida.
Vereador, digamos, nem chega a tanto! Mas, dói no bolso, e como dói!
Porém, diz o ditado popular: “quem entra na
chuva é pra se molhar”.
Em redundância ou não ao verbo exposto, sabe-se que uma dose de serenidade,
humildade, visão plural, no mundo da política, ajuda a vencer as adversidades.
A soberba, além de um pecado capital sem perdão, não é nada politicamente
correto. Todos sabem!
Pois bem, este é o preâmbulo, sem a devida necessidade de muitas formas
e padrões, para que cheguemos ao que se deseja.
Vamos lá.
Conversando com pessoas simples do povo, vereadores, servidores públicos, et cétera e tal, cotidianamente,
todos afirmam categoricamente sem desviar o olhar, como numa grita geral, que o
alcaide Jaime Júnior, rapaz preparado e de bom senso, anda um pouco envaidecido
após eleito pelas mãos icoenses, como Chefe do Palácio da Alforria, mesmo vindo
de terras longínquas, no último pleito.
Nos bastidores da política, sabe-se que o descontentamento vem da câmara
de vereadores e das lideranças comunitárias. Os servidores públicos, aqueles
que lhes emprestaram apoio popular, estão silentes, incomodados.
Os apoiadores (empresários, etc) preferem nem comentar, o que ecoa como
estranho.
O povão, nem chega perto, preocupado com a indiferença ou com o
bloqueio que alguns poucos auxiliares, estão como forma de legado, deixando ao
prefeito. Gente sem experiência, achando que o poder é eterno, ou talvez, restou
mordido pela mosca azul, deixando um rastro de conseqüências políticas e pessoais a Jaime
Júnior.
Admoestado, o prefeito assegura que está no caminho certo, pois, planeja
financeiramente e com juízo a cidade, para dá o salto de qualidade que a
maioria deseja, no momento e hora certos.
“É questão de tempo”, disse numa emissora de rádio local.
Espera-se, na verdade, que o jargão exposto por Dr. Quilon Peixoto,
médico e líder político desafeto do JJ, não seja verdadeiro, ou seja, “que
existe vaidade demais pessoal no moço para governar aqueles que nasceram nestas
terras férteis e de gente hospitaleira”.
Diante do dito e redito, fica o conselho: “duas pedras de gelo para
diminuir o calor e redefinir os caminhos”.
De preferência, sem whisky!
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