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| SENADO FEDERAL |
A comissão do Senado da República que discute
reforma política aprovou na última quarta-feira, 1, uma proposta alternativa ao “fim das coligações proporcionais”,
tese que foi rejeitada pela Câmara Federal. A ideia é que o projeto seja
analisado pelo plenário da Casa antes do recesso parlamentar, que inicia no dia
17.
Segundo o texto, a contagem dos votos para eleger
um deputado ou um vereador será feito por partido, e não mais pela coligação.
Ou seja, cada legenda terá que alcançar, por si só, o quociente eleitoral –
número mínimo de votos para eleger um candidato.
“Esse projeto visa o
fortalecimento dos partidos. Eles vão ter que ter seus próprios votos para
eleger o parlamentar”, afirma o presidente da comissão, senador
Jorge Viana (PT-AC).
Insegurança!
Diante das discussões sobre a possibilidade do fim
das coligações proporcionais às eleições de 2016, em tramite no Senado Federal,
os vereadores espalhados em várias agremiações partidárias correm o perigo de
ser bem votados no pleito e não restarem eleitos.
“Muitos vereadores já estão se agrupando em um só
partido, no máximo em dois, pra não correr o risco de mesmo com muitos votos
nas urnas não chegar a fazer o quociente eleitoral. É um risco diante das
incertezas do cenário ainda em fase de discussão em Brasília”, avalia o
vereador de Icó Maninho Mota (PROS).

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